Aliados e advogados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) avaliam que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), poderá determinar a prisão preventiva do parlamentar após o suposto descumprimento de uma ordem judicial para entrega de seus passaportes. A informação foi divulgada pelo Metrópoles nesta terça-feira (27).
Segundo a publicação, o prazo de 24 horas estabelecido para a entrega dos documentos terminou na manhã desta terça-feira, sem que os passaportes fossem apresentados. A determinação teria sido expedida na segunda-feira (26), após o resultado do segundo turno das eleições presidenciais.
De acordo com a reportagem, Flávio Bolsonaro chegou a conversar com o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral de sua campanha, por volta das 8h desta terça-feira. Na ocasião, teria afirmado que estava “esfriando a cabeça”, mas não esclareceu seu paradeiro.
Desde então, aliados e integrantes da defesa relataram dificuldades para estabelecer contato com o parlamentar. A ausência de informações sobre sua localização aumentou as especulações sobre uma possível saída do Brasil, embora as circunstâncias do deslocamento ainda dependam de confirmação oficial.
A avaliação de que Moraes poderá determinar uma prisão preventiva é atribuída a pessoas próximas ao senador e não representa uma decisão já tomada pelo STF. Uma eventual medida dessa natureza dependerá de fundamentação jurídica e dos requisitos previstos na legislação brasileira.
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